20 Anos dos Clássicos Nacionais
- Cristian Dal Solio
- 18 de dez. de 2019
- 2 min de leitura
Salve, salve raça!
Já que estamos no final de mais um ano, mais um ciclo, aquela conversa toda... vamos olhar para esse giro ao redor do astro rei que passou e perceber o quanto estamos ficando velhos meus queridos. 2019 foi o aniversário de 20 anos de vários discos nacionais que marcaram nossas infâncias e adolescências.
Isso mesmo, quem é que não lembra daqueles hinos de O Rappa, Raimundos, Charlie Brown Jr., Cassia Eller entre outros. O final do milênio passado nos agraciou com muita música boa, eu vou citar aqui alguns álbuns que pra mim foram fundamentais pra nossa música BR.
O primeiro citado não poderia ser outro a não ser o fantástico álbum Lado B, Lado A de O Rappa, trazendo muita mistura, muito conteúdo, muitas reflexões, esse disco sem dúvida nenhuma, é um grande clássico nacional, disco que traz músicas como “Me deixa”, “Minha Alma”, “O Que Sobrou do Céu” e logico “Lado B, Lado A” que deu nome ao álbum. Também foi o “aniver” de Só no Forevis de Raimundos que trouxe “a queridinha” “Mulher de Fases” e outras como “Me Lambe”, “A Mais Pedida”, “Deixa eu Falar” com Participação de Black Alien que na época era Integrante da banda Planet Hemp. E não para por ai, Charlie Brown Jr. Comemorou com o álbum Preço curto... Prazo Longo, disco de grande repercussão para a banda, que trouxe músicas como “Te Levar” que por anos foi trilha sonora da novela global “Malhação”, também carregava “Zoio de Lula”, “Cidade Grande” entre outras. Representando muito bem nosso reggae, Natiruts lançava em 99 o disco “Povo Brasileiro” com uma tracklist com “Meu Reggae é Roots”, “Palmares 1999”, “O Carcará e a Rosa”, “A Cor” e muito mais. Também dando uma repaginada na nossa MPB Cassia Eller chegou com o álbum “Com Você... Meu Mundo Estaria Completo” com a clássica “Segundo Sol”. Tihuana misturando rock e reggae lançou “Ilegal” que tinha músicas como “Pula”, “Praia Nudista”, “Que Vez” e “Tropa de Elite” que anos depois virou trilha sonora do filme com nome da mesma. Ira lançou “Isso é Amor”, Zeca Baleiro lançou “Vô Imbola” e na cena do rap foram lançados discos como “Todos São Manos” de RZO com o Rap do Trem. Facção Central que lançou o disco “Versos Sangrentos” com aquele discurso ácido no melhor estilo Facção, muita realidade, muitos assuntos polêmicos e uma postura de quem não ta aqui pra aceitar patifaria. No Rio de Janeiro MV Bill chegava com “Traficando Informação”. Ainda no Rio “As Aparências Enganam” de Jigaboo que trazia na tracklist “Corre Corre”, “Favela é Favela”, “Qual é a cor”, “Fim do Mundo” que brincava com a profecia de apocalipse prevista para o ano 2000, entre outras faixas.
Aqui foram alguns álbuns que eu lembrei e que achei importante citar, se você lembra de mais algum comenta ai.

Tudo nosso firma!
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